O Flaneur e a Deriva são bastante semelhantes, pois se baseiam no ato de andar sem rumo pelo espaço. Porem, cada um com o seu foco.
A Deriva, trabalho do pensador Guy Debord consiste em um estudo psicogeográfico no qual o seu praticante grava seu trajeto e posteriormente associa as suas escolhas com os elementos urbanísticos que o induziram a tal. Dessa forma, muito certo do poder do espaço sobre a psicologia de uma pessoa, o pensador propõem por meio da deriva uma melhor compreensão e elaboração da arquitetura e do urbanismo nas cidades.
O Flaneur, do Frances “andarilho”, é muito menos ligado ao processo cientifico e mais ao filosófico sobre o ato de andar sem rumo. A possibilidade de observar as pessoas, as suas relações com o espaço e como alguns elementos arquitetônicos e urbanísticos podem causar diferentes efeitos nas pessoas que por ele se deparam.

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